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Edição Semana 411

Alexandre, o pequeno

Investigações da PF e de parlamentares pressionam o ministro do STF

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Wilson Lima
11 minutos de leitura 13.03.2026 03:30 comentários 4
Alexandre, o pequeno
Alexandre de Moraes. Foto: Antonio Augusto/STF
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Após o quebra-quebra generalizado na Praça dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes ganhou um salvo-conduto do Tribunal, da esquerda, do Executivo e de setores da mídia para agir contra seus desafetos sem qualquer freio — tudo em nome da democracia brasileira.

Mas, agora, Alexandre, o Grande do STF, apequenou-se diante das revelações relacionadas ao contrato de 129 milhões de reais firmado pelo escritório da sua esposa, Viviane Barci de Moraes, e diante de supostas relações que o ministro teria com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

As informações reveladas até agora são graves. Extremamente graves.

Algumas foram desmentidas pelo ministro; outras, não.

Pelo sim, pelo não, Moraes já é alvo de um pedido de CPI no Senado – protocolado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

Também foi alvo de mais dois pedidos de impeachment nesta semana — são 31 somente durante o governo Lula — e tornou-se o foco preferencial da CPMI do INSS em sua reta final.

Daniel Vorcaro também tem sinalizado a seus defensores, conforme apurou Crusoé, que estaria disposto a falar sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal em uma delação premiada.

Duas medidas recentes do ministro do STF André Mendonça, relator do caso, podem ajudar a convencer o empresário a abrir o bico. A primeira foi garantir que os encontros entre o banqueiro e seus advogados não serão gravados. A segunda foi compartilhar com a defesa toda a documentação.

Os advogados, assim, poderão analisar os documentos e calcular quais informações valiosas ele poderia entregar, para conseguir algum alívio nas penas que certamente virão.

O caso começou a ser alvo de tratativas com integrantes da Polícia Federal (PF), ao longo desta semana.

Uma possível delação de Vorcaro acertaria Moraes em cheio.

Primeiro contato

Traçando uma linha do tempo sobre todo o imbróglio envolvendo Moraes e o caso Master, com base nas revelações da Polícia Federal e naquilo que já foi revelado pela imprensa, percebe-se que Moraes e Vorcaro começaram a ter algum tipo de contato, supostamente, em 26 de dezembro de 2023, quando o banqueiro salvou o contato do ministro na sua agenda.

Duas semanas depois, em 15 de janeiro de 2024, Vorcaro incluiu na sua lista de contatos o número de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Na agenda que estava em posse dos integrantes da CPMI, o contato de Viviane Barci de Moraes é registrado como Vivi Moraes.

E eis que, a partir desse momento, algumas coincidências vêm à tona.

Em fevereiro de 2024, conforme explicações dadas pelo escritório de Viviane em nota oficial, foi assinado o polêmico contrato de 129 milhões de reais com o Banco Master.

Segundo a nota, foram prestados vários serviços, como o de elaboração do compliance do banco e até a inclusão de dados do Master na ferramenta Pacto Brasil, da Controladoria-Geral da União (GCU), para garantir ao banco de Vorcaro o selo ouro de confiabilidade corporativa.

Contradições

Como revelou O Antagonista, o escritório Barci de Moraes afirmou que incluiu os dados na plataforma da CGU entre setembro e outubro do ano passado, mas os registros do órgão apontam que esse dado foi incluído em março, seis meses depois.

Para piorar, o relatório incluído pelo escritório simplesmente sumiu da plataforma da CGU após a divulgação desta história.

Outras contradições sobre esse contrato vieram à tona como os valores exorbitantes, a falta de estrutura para prestar todos os serviços nomeados e a demora de 90 dias em admitir a sua existência.

Reportagem feita pelo jornal O Globo ainda apontou a possibilidade de que 70% do manual de compliance do banco, elaborado pelo escritório da esposa de Moraes, tenha sido escrito por inteligência artificial ou que seja fruto de plágio.

A verdade é que não é preciso muita experiência para elaborar um manual de compliance, ainda mais quando o documento não é levado em conta pelos funcionários e executivos do banco.

O funk do Macallan

Quatro meses após o contato de Moraes entrar na lista de Daniel Vorcaro, houve um suposto encontro entre os dois, conforme reportagem do site Poder360.

O banqueiro dividiu com o magistrado, em Londres, uma degustação de whisky Macallan, o preferido dos funkeiros brasileiros.

O evento ocorreu 25 de abril de 2024, no George Club, um clube privado da capital britânica.

Essa degustação ocorreu paralelamente a um fórum jurídico realizado em Londres, que reuniu autoridades brasileiras em painéis e debates na região.

Documentos relacionados à organização do evento indicam que a atividade envolveu degustação, serviço gastronômico e estrutura montada para recepção de convidados. O evento de lobby custou a Vorcaro a bagatela de 3,08 milhões de reais à época.

Além de Moraes, outras 40 pessoas participaram, como Dias Toffoli, o diretor-geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves, o presidente da Câmara dos Deputados Hugo Motta e o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet.

Ainda em 2024, conforme informações publicadas pelo site Metrópoles, Moraes teria tido um encontro com Vorcaro em 6 de novembro, mais precisamente na mansão do banqueiro em Brasília.

Na casa, os dois teriam acompanhado o resultado da eleição dos Estados Unidos, que teve como vencedor o republicano Donald Trump.

Na ocasião, os dois confraternizaram em uma ala reservada degustando vinhos e charutos. Ou seja: confirmando-se essas informações, Moraes e Vorcaro dividiram vinhos, whisky e charutos em um mesmo ano.

Moraes negou ter tido esse encontro e classificou a história como “fake news”, para desestabilizar o Supremo.

"Conseguiu bloquear?"

As mensagens interceptadas pela Polícia Federal obtidas pela CPMI do INSS que, segundo os investigadores, representam 30% daquilo que foi apreendido em apenas um celular de Vorcaro – a PF tem oito aparelhos em nome do banqueiro – indicam que essa aproximação entre Moraes e Vorcaro ficou mais intensa ao longo do ano passado.

Em abril de 2025, um ano após o evento em Londres, Vorcaro teria – supostamente – se encontrado com o magistrado em “Campos”. O que se denota ser Campos do Jordão, cidade do interior de São Paulo.

A mensagem data de 19 de abril do ano passado.

“To indo encontrar alexandre moraes aqui perto de casa”, disse Vorcaro à sua então namorada Martha Graeff. A resposta dela foi: “Como assim amor / Ele está em Campos???? / Ou foi pra te ver?”.

Vorcaro, então, responde: “Ele ta passando feriado”.

Ainda conforme as mensagens interceptadas pela PF, há uma segunda menção a Moraes em mensagens trocadas entre Moraes e Martha em 29 de abril, mais precisamente às 22h48.

Naquele dia, Vorcaro disse que estava em casa e realizou uma chamada de vídeo. Após a ligação, Martha perguntou: “Quem era o primeiro cara?”.

Vorcaro responde: “Alexandre moraes”.

Ainda no primeiro semestre de 2025, conforme relatos obtidos pelo Metrópoles, Moraes esteve na mansão de Vorcaro uma segunda vez.

Nesse momento, o ministro teria se encontrado com o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, que foi o principal fiador da tentativa de compra do Master pelo banco público.

O que os dois conversaram? E se de fato houve esse encontro? Ninguém sabe. Moraes, como no encontro de 2024, negou veementemente que ele ocorrera.

Em julho do ano passado, conforme informações da colunista de O Globo Malu Gaspar, Moraes teria procurado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pelo menos quatro vezes para interceder pelo Banco Master ao longo do mês de julho.

Em nota oficial, o ministro afirmou que a reunião com Galípolo teve como tema principal a aplicação da Lei Magnitsky.

O problema é que essa justificativa, assim como as outras, não para de pé. Em sua defesa, Moraes citou até mesmo um encontro com representantes de bancos.

Como revelou O Antagonista, as reuniões citadas pelo ministro do Supremo com Galípolo para discutir os efeitos da Lei Magnistky não constavam nem da agenda oficial dos integrantes do Tribunal, nem da autarquia federal.

Além disso, a agenda oficial de Gabriel Galípolo mostra que — ao menos no papel — o executivo esteve com os banqueiros apenas em agosto, e não em julho.

Moraes, segundo sua nota oficial, reuniu-se com o presidente do Banco do Brasil, o presidente e o vice-presidente jurídico do Banco Itaú, os presidentes da Confederação Nacional das Instituições Financeira, da Febraban, do BTG e os vice-presidentes do Santander e Itaú.

E eis que chegamos ao ponto nevrálgico dessa história.

Segundo investigações da Polícia Federal, em 17 de novembro do ano passado, Vorcaro teria mandado pelo menos nove mensagens a Moraes retratando a situação do banco e as negociações para a venda do Master ao Grupo Fictor.

Moraes argumenta que não foi o destinatário das mensagens e citou um suposto relatório técnico para se defender.

“Fiz uma correria aqui para tentar salvar. Fiz o que deu, vou anunciar parte da transação”, teria dito Vorcaro a Moraes.

“Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?", disse em seguida o texto.

Em 17 de novembro, Vorcaro foi preso no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, quando tentava embarcar em um jato particular para Dubai.

No bloco de notas de Vorcaro, também foram encontradas menções à Vara Federal do Distrito Federal, que, na visão dos policiais, indicariam que ele tentou obter algum tipo de influência em processos de liquidação do Master, que estavam em tramitação na primeira instância da Justiça.

Outro registro também foi identificado pela PF na data de 1º de outubro de 2025, mas o conteúdo não pôde ser visualizado, pois a mensagem havia sido apagada.

Ao longo da crise, Moraes tem negado qualquer ligação com o episódio e com o Banco Master.

Na sua nota mais recente, de sexta-feira, 6, Moraes disse, por meio da Secom do STF, que “análise técnica realizada nos dados telemáticos de Daniel Vorcaro, tornados públicos pela CPMI do INSS, constatou que as mensagens de visualização única enviadas por ele no dia 17 de novembro de 2025 não conferem com os contatos do ministro Alexandre de Moraes nos arquivos apreendidos”.

“A mensagem e o respectivo contato estão na mesma pasta do computador de quem fez os prints (Vorcaro). Ou seja, fica demonstrado que as mensagens (prints) estão vinculadas a outros contatos telefônicos no computador de Daniel Vorcaro, jamais ao Ministro Alexandre de Moraes”, esclareceu o ministro.

O problema é que esse relatório técnico não estava em posse da CPMI e foi desacreditado por peritos e analistas criminais da corporação.

Tanto que a CPMI agora quer saber do ministro: ele teve acesso a dados sigilosos? Ele obteve dados de forma ilegal?

“Se a análise foi feita com base no acervo sigiloso integral — o que seria o único fundamento suficiente para a conclusão apresentada —, então o gabinete do ministro Alexandre de Moraes teve acesso a material sob sigilo decretado por outro ministro do STF, o que contraria a narrativa de vazamento indevido que a nota busca construir”, disse o senador Rogério Marinho (PL-RN), em requerimento que solicita explicações do STF sobre esse caso.

A linha do tempo sobre esse caso revela que Alexandre de Moraes se apequenou.

E a cada explicação malsucedida ele se encolhe cada vez mais.

Agora, resta saber: o ministro vai deixar ser investigado, quer seja pela PF ou pelo Congresso para esclarecer as suspeitsa de uma vez por todas?

Ou vai contar com amigos do STF ou da PGR para jogar toda essa sujeira para debaixo do tapete?

O Brasil merece respostas. E respostas que resguardem, não o ministro, mas a democracia que ele tanto alegou proteger.

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Wilson Lima

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Comentários (4)

Mauro Junior Seraphim

2026-03-13 09:30:34

Será que as buscas e apreensões a jornalistas vão se multiplicar?


Clayton de Souza Pontes

2026-03-13 08:38:26

Vamos torcer para o STF ainda ter algum espírito republicano e mostrar que deseja esclarecer os apontados malfeitos, doa a quem doer. Chega de intocáveis


Marcos

2026-03-13 08:05:49

ANOTEM: HOJE, DIA 13/03/2026, VORCARO SERÁ SOLTO PELO stf.


José

2026-03-13 06:52:12

Já devem ter um plano para estancar a sangria. Esse filme já vimos.


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Mauro Junior Seraphim

2026-03-13 09:30:34

Será que as buscas e apreensões a jornalistas vão se multiplicar?


Clayton de Souza Pontes

2026-03-13 08:38:26

Vamos torcer para o STF ainda ter algum espírito republicano e mostrar que deseja esclarecer os apontados malfeitos, doa a quem doer. Chega de intocáveis


Marcos

2026-03-13 08:05:49

ANOTEM: HOJE, DIA 13/03/2026, VORCARO SERÁ SOLTO PELO stf.


José

2026-03-13 06:52:12

Já devem ter um plano para estancar a sangria. Esse filme já vimos.



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