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Prioridade de Lula, PEC da Segurança completa dois meses parada no Senado

Proposta de Emenda à Constituição aprovada na Câmara chegou à Casa Alta em março e ainda aguarda Alcolumbre enviá-la para CCJ

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Guilherme Resck
5 minutos de leitura 09.05.2026 10:00 comentários 0
Prioridade de Lula, PEC da Segurança completa dois meses parada no Senado
Foto: Marina Ramos/Camara dos Deputados
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Apontada no início do ano legislativo pelo governo Lula (PT) como uma de suas prioridades neste semestre no Congresso, a chamada PEC da Segurança Pública completa, neste sábado, 9, dois meses parada no Senado Federal.

A Proposta de Emenda à Constituição foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 4 de março e chegou ao Senado no dia 10 daquele mês. Desde então, aguarda o presidente da Casa Alta, Davi Alcolumbre (União-AP), encaminhá-la para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Em 2 de fevereiro, o primeiro-secretário da Mesa Diretora do Congresso, deputado Carlos Veras (PT-PE), fez a leitura, na cerimônia de abertura do ano legislativo de 2026, da mensagem do governo Lula (PT) ao Congresso Nacional. No documento, o Executivo defendeu a PEC da Segurança.

O texto dizia que 2025 “entrou para a história pela maior ofensiva contra o crime organizado de todos os tempos”. “E, pela primeira vez, o combate às facções criminosas chegou ao andar de cima. A Operação Carbono Oculto desmantelou um esquema bilionário que utilizava distribuidoras, refinarias, postos de gasolina e fintechs para lavagem de dinheiro do crime”.

Conforme a mensagem, os esforços contra o crime organizado “serão fortalecidos com propostas legislativas” do governo federal.

“A primeira delas é a PEC da Segurança Pública, que cria o ambiente adequado para maior cooperação da União com os Estados, hoje responsáveis pela gestão da segurança pública", prosseguia o docuemento.

Agora, pouco mais de três meses depois, nem os senadores governistas parecem empolgados em avançar com a matéria.

Mesmo com Alcolumbre demorando para despachá-la para a CCJ, o líder do governo na Casa, Jaques Wagner (PT-BA), e a líder do PT, Teresa Leitão (PT-PE), não têm qualquer conversa prevista com o senador para cobrar o envio da PEC à comissão.

O clima entre o presidente do Senado e Lula não está bom também após a rejeição, pelo Senado, da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

O que diz a PEC da Segurança Pública?

A PEC, de autoria do governo Lula, foi aprovada pela Câmara na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Mendonça Filho (União-PE).

Após pressão do governo e pedido do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), Mendonça Filho retirou do substitutivo a previsão de que, em 2028, seria realizado um referendo popular referente à redução da maioridade a 16 anos para criminosos envolvidos com crime organizado e crime violento.

Como na versão original da PEC, protocolada pelo governo em abril do ano passado, o substitutivo constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), para que seja superada a fragmentação operacional que permite que o crime transite entre estados com mais facilidade do que o próprio Estado.

Mesmo assim, a versão do relator traz uma série de diferenças em relação à original.

“Entendemos que o texto enviado não enfrentou, de forma abrangente, as deficiências estruturais que hoje permitem a expansão do crime organizado. O projeto original manteve um enfoque excessivamente centralizador e tímido, sem fortalecer, plenamente, a capacidade executiva dos estados ou assegurar continuidade orçamentária e coordenação institucional no enfrentamento ao crime”, disse Mendonça Filho, em seu parecer sobre a PEC.

“Nosso substitutivo avança na direção inversa: aposta em descentralização com ordem, na organização federativa articulada e no fortalecimento da atuação junto à população, valorizando tanto a coordenação nacional quanto a autonomia dos entes que, efetivamente, executam a segurança pública”.

Ele prossegue: “A estratégia de apresentação não é apenas uma escolha didática, mas revela uma clara opção política por um modelo de Estado que chega com eficácia onde o crime tenta se apoderar da vida de nossos compatriotas”, acrescenta.

A PEC aprovada prevê que presos provisórios têm seus direitos políticos suspensos – ou seja, não podem votar nas eleições. Além disso, estabelece regra de transição para as Guardas Municipais tornarem-se polícias municipais; e mantém o nome da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apesar de, como a versão do governo, ampliar a competência dela para atuar em ferrovias e hidrovias.

O relator também inclui uma disciplina constitucional mais rigorosa em relação ao tratamento de autores de crimes violentos contra mulheres, crianças e adolescentes, bem como de líderes de organizações criminosas caracterizadas por alta periculosidade e capacidade lesiva.

O texto estabelece a possibilidade de submissão desses agentes a regime especial constitucional, compatível com a gravidade concreta das condutas e com o risco sistêmico que essas pessoas representam para a sociedade.

A PEC também amplia o financiamento obrigatório ao prever a destinação gradual de parte das receitas atualmente destinadas ao Fundo Social e da arrecadação proveniente das bets. Esses recursos serão destinados ao Fundo Nacional de Segurança Pública e ao Fundo Penitenciário Nacional.

A proposta ainda diz que é de competência exclusiva do Congresso “sustar os atos normativos do Poder Executivo, do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites da delegação legislativa, em matéria de segurança pública, direito penal, direito processual penal e direito penitenciário”.

No primeiro turno de votação no plenário da Câmara, ela recebeu 487 votos a favor e 15 contrários, e houve ainda uma abstenção. No segundo turno, foram 461 votos a favor e 14 contrários.

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