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Diários

"Feminismo no Judiciário livrou a monstra", diz Renan Santos

Pré-candidato a presidente pela Missão diz que Monique Medeiros sabia dos espancamentos e não fez nada para evitar

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Redação Crusoé
3 minutos de leitura 04.06.2026 16:40 comentários 2
"Feminismo no Judiciário livrou a monstra", diz Renan Santos
Renan Santos. Reprodução/redes sociais
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O pré-candidato à Presidência pela Missão, Renan Santos (foto), comentou nesta quinta, 4, o perdão judicial concedido à Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, que foi assassinado pelo padrasto quando tinha 4 anos.

O julgamento no Tribunal de Justiça do Rio terminou com a condenação do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, padrasto da criança. Ele recebeu pena de 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pelos crimes de homicídio qualificado, tortura e coação.

Mas a Justiça entendeu que Monique não teve intenção (dolo) no homicídio.

"Fosse o pai e não a mãe na mesma situação, nem sequer teria sido ele processado, como é regra nos processos de igual natureza. É que o papel culturalmente reservado à mulher nos moldes patriarcais não só dela exige ser mãe, mas, muito além, a mãe perfeita. Mãe suficiente não basta", afirmou a juíza Elizabeth Machado Louro.

Monstra

"Boa notícia, mulheres. Se você matar seu próprio filho, você não vai presa. Essa foi a decisão de uma juíza feminista no famoso caso Henry Borel", afirmou Renan Santos em um vídeo no X.

"Jairinho já batia e já agredia a criança. A mãe também", disse o pré-candidato.

"Essa mãe é demoníaca. Não há nada pior do que ser traído pela própria mãe, do que ser abandonado pela própria mãe."

"Essa mãe permitiu que Jairinho, seu namorado, espancasse até a morte o pequeno Henry. E o caso foi a julgamento."

"Durante o julgamento, o tribunal do júri percebeu e decidiu que esta mulher deveria ser condenada. Ela sabia dos espancamentos. Ela não fez nada para evitar."

"Essa vagabunda ouvia os gritos do seu filho sendo torturado e nada fez", afirma Renan.

"Por mim, ela deveria morrer. Deveria ter pena de morte contra ela."

"Entretanto, a juíza do caso, que é feminista — e não é qualquer ativista. É uma ativista de extrema-esquerda que escreve artigos sobre feminicídio — ela decidiu que o que estava sendo feito contra essa mulher [Monique] era uma violência de gênero. Que ela estava sendo vítima do machismo, do patriarcado."

"Um país que permite a tortura dos seus filhos é um país completamente doente. E juiz que usa essa ideologia maldita do feminismo para permitir que mulher que comete crime fique livre é inimigo do povo brasileiro."

Monique deixou a cadeia nesta quinta, 4.

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Comentários (2)

Ana Lúcia Amaral

2026-06-04 18:58:39

Muitos integrantes do Poder Judiciário estão se achando deuses mesmo! Sentem—se acima de tudo! Os fatos estavam claros: - criança era espancada e a mãe , ainda que avisada, não fez nada. O dever de proteger era dela! Nada tem a ver com feminismo ou misoginia. Dever perante a lei é perante Deus. A juíza saiu dos autos e viajou para não sei onde. Deveria buscar outra profissão que não precise de conhecimento jurídico e de sensibilidade .


Sandra

2026-06-04 18:50:01

E o Renan tem toda razão, espero que essa parte do julgamento tenha uma revisão justa e ela volte pra cadeia por um bom tempo. E pra quem quer ser mãe, não cabe o suficiente. Ou não seja


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Comentários (2)

Ana Lúcia Amaral

2026-06-04 18:58:39

Muitos integrantes do Poder Judiciário estão se achando deuses mesmo! Sentem—se acima de tudo! Os fatos estavam claros: - criança era espancada e a mãe , ainda que avisada, não fez nada. O dever de proteger era dela! Nada tem a ver com feminismo ou misoginia. Dever perante a lei é perante Deus. A juíza saiu dos autos e viajou para não sei onde. Deveria buscar outra profissão que não precise de conhecimento jurídico e de sensibilidade .


Sandra

2026-06-04 18:50:01

E o Renan tem toda razão, espero que essa parte do julgamento tenha uma revisão justa e ela volte pra cadeia por um bom tempo. E pra quem quer ser mãe, não cabe o suficiente. Ou não seja



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