"Bom presságio para os brasileiros", diz Moro sobre rebaixamento
Senador celebrou a queda de divisão da Acadêmicos de Niterói, escola de samba que homenageou Lula no Carnaval do Rio de Janeiro
O senador Sergio Moro (União-PR) afirmou na quarta-feira, 18, que o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói, escola de samba que homenageou Lula (PT) no Carnaval do Rio de Janeiro, foi um "bom presságio para os brasileiros".
"O castigo vem a cavalo. Sabe aquela escola de samba, Acadêmicos de Niterói, que resolveu, após receber dinheiro público, enaltecer, homenagear o Lula, ficar puxando o saco lá em plena Marquês de Sapucaí? Pois é, ela foi rebaixada, tirou a pior pontuação e não vai mais desfilar no próximo ano entre as escolas de elite do Carnaval do Rio de Janeiro. Além disso, vamos lembrar, fez ataques de mau gosto aos evangélicos, aos conservadores, ao agronegócio e, pior, à família brasileira. Isso foi um absurdo. Também fez ataques de mau gosto aos seus adversários políticos. Olha, veio o castigo merecido. Eu não desejo mal a ninguém, mas a escolha que a escola fez para esse ano foi terrível e merecia de fato essa punição. Também acho que o Lula dá azar, mas talvez tenha sido um bom presságio para nós brasileiros neste ano de 2026. Assim eu espero", disse o ex-juiz da Lava Jato em vídeo publicado no Instagram.
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— Revista Crusoé (@RevistaCrusoe) February 19, 2026
O rebaixamento
A Acadêmicos de Niterói foi rebaixada do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro.
A escola terminou na última posição entre as 12 agremiações participantes, com 264,6 pontos, e retornará à Série Ouro – o grupo de acesso – no próximo ano.
As piores notas da Acadêmicos de Niterói foram nos quesitos “fantasias” (29,0), “alegorias e adereços” (29,1) e “enredo” (29,3).
O samba-enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil” narrou a vida do presidente Lula, desde a infância em Garanhuns (PE) até o retorno ao Palácio do Planalto.
O desfile teve alas que representaram greves operárias, programas sociais e episódios ligados à prisão e à posterior anulação das condenações de Lula. Alegorias trouxeram referências ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), representado como um palhaço com trajes de presidiário. A letra reproduziu gritos de militância do PT e mencionou, em dois momentos, o número de urna do partido.
Lula acompanhou o desfile de um camarote da Prefeitura do Rio, ao lado de ministros e do prefeito Eduardo Paes (PSD).
Leia também: "Arte não é para os covardes", diz Janja após rebaixamento da Acadêmicos de Niterói
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Comentários (1)
Marcos
2026-02-19 12:43:06SÓ TENHO A DIZER ALGUMAS PALAVRAS PARA OS FOLIÕES DA ACADEMICO: FAZ O L. KKKKKKKKKK