A singularidade do cinema religioso
Nos filmes de Tarkóvski, os elementos da natureza, o fogo, o ar, a água e a terra são portadores de uma realidade transcendente própria do sonho
Atenção!
Este conteúdo é exclusivo para assinantes
Faça parte da comunidade de O Antagonista e Crusoé:
ACESSO ILIMITADO AOS CONTEÚDOS do site O Antagonista e das matérias semanais da Revista Crusoé
Acesso à área de COMENTÁRIOS nos sites
Navegação livre de anúncios publicitários invasivos
Descontos de até 70%
Notícias mais importantes do Brasil e do mundo
Reportagens exclusivas, bastidores do poder e análise crítica de quem fiscaliza o poder
O cineasta soviético Andrei Tarkóvski viveu numa circunstância totalmente singular: não obstante ter vivido num estado militante ateu, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), ele realizou a obra mais profundamente religiosa e transcendente da história do cinema.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)